domingo, dezembro 02, 2007

(6/12) é importante a curiosidade, no bom sentido ....

Uma curiosidade apaixonada, referia Enstein quando lhe perguntavam o que o distinguia das outras pessoas. A curiosidade e o interesse são normalmente características importantes para o processo de descoberta, porque conduzem a uma procura incessante e garantem a força necessária para se ultrapassarem os diversos obstáculos e dificuldades inerentes a este processo.
Sempre que surge uma ideia, tipicamente ela passa por vários estágios de validação até, eventualmente, dar origem a um produto/serviço, ou simplesmente a uma melhoria incremental. Confrontados com estes obstáculos, devemos :
1- Questionar a razão dos mesmos.
2- Assumindo que os mesmos podem fazer sentido, quais as formas de os contornar.
3-Desperte a curiosidade pela sua ideia, ganhará assim mais força.

Ser curioso implica questionar, tanto a nós próprios, como a terceiros, mas o essencial é que deverá ser feito sem qualquer forma de compromisso. Muita vezes, existe receio de colocar perguntas, o que mais cedo ou mais tarde pode revelar-se um problema, na medida em que se está o omitir a possibilidade de explorar novas perpectivas, que poderiam trazer algo de novo.
Quando, como e porquê?

domingo, novembro 25, 2007


(5/12) Para que o percurso seja tranquilo é importante parar e pensar

Se paramos para comer, porque não parar para pensar?
O normal é encontrarmo-nos de tal modo embrenhados com as tarefas do dia, que nem sequer nos lembramos de pensar realmente sobre aquilo que fazemos. Esta é uma questão pessoal, empresarial e cultural. Tipicamente quando os objectivos a alcançar são de curto prazo e o tempo escasseia, parar para pensar não é admissível. Por outro lado, quando estamos perante questões estratégicas e de melhoria contínua, parar para pensar é somente indispensável.
Na inovação, o pensamento deve ser estruturado de forma a que os resultados sejam tanto os previsíveis como os imprevisíveis.
Algumas linhas de para o (re)pensamento inovador:
1. caracterizar o produto/processo em questão através das seguintes questões:
a) Em que período do ciclo de vida o produto/processo se encontra?
b) Como é que este produto/processo era hà 50 anos atrás? Como será daqui a 50 anos?
2. Em que é que os nossos clientes pensam quando adquirem o nosso processo/produto?
3. Como podemos gerar complementaridade no nosso produto/serviço?

Desprenda o seu pensamento das respostas lógicas, procure colocar-se nas várias perpectivas de análise (produtor, consumidor, parceiro, etc), use analogias (o que tem de comum um clip e um post-it?) e seja curioso (onde, quando e porquê?)
Agora que já efectuou o exercicio vamos organizar as respostas classificando-as com um "grau de capacidade de implementação por parte da empresa" e "tempo até disponiblização no mercado". As métricas podem naturalemnte ser outras, o objectivo principal é estruturar as questões de forma a encontrar as questões mais relevantes.

quinta-feira, novembro 01, 2007



(3-4/12) a vida torna-se pesada ... e parece que nos vai cair em cima

Falávamos de equilíbrio no último post. Como manter um determinado desiquilibrio para que a nossa vida, tenha mais sabor e conteúdo. A verdade é que nem sempre é fácil e por vez podemos mesmo "cair". Cair em desespero, cair numa cilada, cair num erro. O lado bom da questão é que estes acontecimentos são um oportunidade única para se aprender. Aprender com o erro requer alguma frieza no pensamento e na lógica de raciocínio. A cultura do erro não é muito bem vista em Portugal. Existe um medo geral em errar, e uma política de culpabilização de quem erra, o que gera dificuldades para a introdução de novas ideias e soluções, ficando-se apenas por opções mais conservadoras.
Não pode existir inovação, se não houver esta cultura do erro. A rotina domina os hábitos e quando damos por nós, praticamente não avançámos.
Quando se pensa um novo serviço ou um novo produto deve-se ter à partida consciência que até este chegar ao mercado com sucesso, várias mutações e vários erros vão ser consumidos. A vida torna-se dificil para as empresas que não querem mudar, porque simplesmente estão bem.
- Agora que chegou daquela reunião crítica, onde ia "explodir a bomba", escreva num papel as cinco principais causas do problema discutido. Depois elabore que acções deviam ter sido tomadas para que as causas fossem minimizadas.
- Pense e escreva a solução mais "louca" que utilizaria para resolver o seu último problema. Ah, claro que para isso precisa de escutar aquela música que lhe permite dar o click. :)
- Pensamentos negativos trazem coisas negativas, pensamenos positivos trazem coisas positivas.
- Muitas vezes ficamos bloqueados a uma ideia. Acontece normalmente quando estamos confrontados perante um aparente problema. O melhor a fazer nestas situações, é largar este peso, e fazer algo completamente diferente. Retome posteriormente a questão e verá que novas ideias surgirão.

sábado, outubro 27, 2007


(2/12) se não tivermos equilibrio ...

Andar é a provocação de um desiquilíbrio controlado. Contudo, andar é tão natural que jamais pensamos no próprio acto de andar. Pensamos sim, é na forma como devemos andar perante as situações em que nos encontramos. Por ex. se não quisermos acordar ninguém por casa, temos de caminhar devagarinho e silenciosamente. Ou por ex. se vamos dar um passeio na montanha temos de caminhar com mais atenção aos sítios onde vamos colocando os pés. Ou ainda, se sómente quisermos ter um andar peculiar, basta tirar umas ideias de "silly walk" dos Monty Python.
Mas a necssidade de equilibrio está presente em muitas outras situações da nossa vida. Seja na familia, no trabalho ou no lazer, quase sempre vemo-nos confrontados com decisões a tomar perante as quais temos de estabelecer um equilibrio de interesses. As dificuldades estão muitas vezes neste ponto, conseguir que ambas as partes fiquem satisfeitas.
Acredito no entanto que é necessária sempre uma dose de desiquilibrio para que haja desenvolvimento.
- Agora que atingiu aquele objectivo no trabalho e está satisfeito com ele, apresente-o a alguém na empresa e pergunte algo do género: "Diz-me, o que tem de errado isto que te mostrei?"
- Hoje o meu almoço vão ser duas barrinhas substitutas de refeição, enquanto isso leio um bocadinho do meu livro, e no final, vou tomar um cafézinho numa esplanada próxima, isto claro se estiver sol.
- Explore os seus limites. Por exemplo a sua capacidade de ouvir. Na próxima reunião a sua principal abordagem vai ser ouvir muito. Ouça, anote os seus pensamentos, mas não perca nem um som que seja. Quando ninguém estiver a falar, aproveite para ouvir o som dos cadernos, das canetas, o ambiente que se vive fora da sala, o respirar. Explore.
- Quando estiver cansado ... descanse. Mesmo que não tenha tempo para isso.

domingo, setembro 23, 2007


História da Vida (1/12 - A nossa vida é um percurso...)

Uma grande parte dos posts que aqui vou colocar nos próximos tempos, vão seguir a "História de Vida" , uma colecção de 12 composições da autoria da "Arte da Terra".
A nossa vida é constituída de etapas, com as quais temos de saber lidar, tanto para melhor as aproveitarmos como também para ultrapassarmos os seus obstáculos. E nada melhor para isso do que inovar na forma como olhamos para cada uma delas.
Não interessa se o que aqui vou dizer e questionar faz muito sentido. O principal objectivo vai consistir em despertar pensamentos, ideias, histórias, o que seja, que nos passam servir de forma útil, para encontrar respostas a outras questões. Para isso nada melhor que colocar ... questões.

- De manhã, depois de ser levantar, tomar o pequeno almoço, e sair para o trabalho ... lembra-se que hoje tem de ir por um caminho diferente, ou de uma forma diferente.
- Já pensou, face às marcas que tem deixado no seu percurso passado, quanto está bem preparado para não seguir sempre em frente, convencido?
- Acredita no destino? Um percurso já pré-determinado?
-Qual é a sua principal força que o faz decidir por derminado caminho? A razão ou a emoção?
- Não hesite. Volte atrás. O percurso tomado estava errado, mas não se esqueça que até perceber isso aprendeu imenso.


powered by Gym


Nas minhas últimas idas ao ginásio, especialmente nas aulas de "cycling", apesar do natural cansaço de pedalar ao ritmo da música, ainda tenho tido forças para pensar no seguinte:
- Minha nossa, tanta energia desperdiçada!
Sinto que o esforço desta gente toda a pedalar e a saltar não está a ser devidamente aproveitado.
Mas como se poderia aproveitar toda esta energia física que acaba sendo gasta aos pedais de uma bicicleta que, apesar de rolar (e de que maneira) não sai do mesmo sítio?
Imaginei por exemplo, geração de energia. Era tão fácil adaptar geradores de energia a estas bicicletas.
Claro que é só uma ideia, para a qual já existem produtos. Aliás, depois até se podiam especificar serviços diferenciados. Por ex. basear a mensalidade com base no racio de geração de energia Kcal/Watt. :). Aposto que a motivação para o exercicio era bem maior.
Os nomes dados ao exercicios "power mix" "cycling power" entre outros, iam ver finalmente a sua verdadeira razão de existência.

Bom, deixa-me lá ir para mais umas pedaladas!

domingo, setembro 02, 2007



O Social Networking está cada vez mais presente na internet. A CrowdSpirit é uma iniciativa de croudsourcing dedicada a produtos electrónicos. Estas iniciativas assentam na participação massiva potencial de toda a comunidade na internet para o desenvolvimento de novos produtos ou serviços

O ciclo de desenvolvimento na crowdspirit consiste em :

Step 1

The community sends ideas, fine tunes them & votes for the best one.

Step 2

The best ideas and their product specifications are jointly defined with Partners. Community Investors start financing the product development.

Step 3

The first prototype is tested and fine-tuned by the community.

Step 4

Customers purchase products thanks to the CrowdSpirit Supply chain. The community ensures the product support and recommends products to retailers.


O âmbito dos produtos é variado (mp3, radar, gps, multimedia, fotografia) o preço deverá rondar os 200€, e a participação de cada pessoa pode assumir diversos papéis. A contribuição poderá ser dada como um "inventor", um "contributor", um "invester", um "embassor" entre outros perfis, dependendo naturalmente dos objectivos de cada um.

O interesssante destas iniciativas reside no potencial que têm para :
1. explorar ideias, dado o universo e variedade de participantes
2. Ir ao encontro das reais necessidades dos consumidores
3. cruzar as soluções encontradas pelos vários tipos de produtos.

Buy a sheep.

quarta-feira, agosto 01, 2007


Filosofia Slow-food

Para combater a cultura do fast-food e de uma vida condicionada pelo stress. O prazer de comer e de beber é algo que se tem vindo a perder com os hábitos actuais. A diversidade e a cultura gastronómica local de cada região tem vindo a ser substituída por uma oferta limitada, de baixa qualidade e, talvez, pouco saudável. Abram-se restaurantes demarcadamente "Slow-food"

We believe that everyone has a fundamental right to pleasure and consequently the responsibility to protect the heritage of food, tradition and culture that make this pleasure possible. Our movement is founded upon this concept of eco-gastronomy – a recognition of the strong connections between plate and planet.

Slow Food is good, clean and fair food. We believe that the food we eat should taste good; that it should be produced in a clean way that does not harm the environment, animal welfare or our health; and that food producers should receive fair compensation for their work.

We consider ourselves co-producers, not consumers, because by being informed about how our food is produced and actively supporting those who produce it, we become a part of and a partner in the production process.

domingo, julho 22, 2007

Procure, encontre e marque !
As Páginas Amarelas tem um portal na internet no qual têm sido adicionadas diversas funcionalidades. Umas delas bastante interessante é a chamada grátis. Simples, mas prático e funcional. A ideia é simples: Agora que já pesquisou e encontrou o restaurante, a casa de mudanças que procurava, só falta mesmo entrar em contacto para a marcação. Com a chamada grátis pode entrar em contacto de forma gratuita com a entidade que procurava. Pode fazê-lo directamente através do computador ou mesmo através do seu telemóvel.
Sugiro o restaurante Luca
Vai um doce?...
O Fatias de Cá usa como lema uma frase atribuída a Galileu:
"não resistir a uma ideia nova nem a um vinho velho"
A companhia de teatro "Fatias de Cá", originaria de Tomar tem uma abordagem ao teatro inovadora. A sua concepção assenta num princípio que explora por um lado, o enquadramento cénico em locais vivos, frequentemente o palco é um local que tem uma forte ligação com a peça , por outro lado a sociabilização com o espectador e o actor ao longo de todo o espectáculo. O espectador tem a possibilidade de escolher o melhor local para assistir às várias cenas e para além disso, todas as peças tem uma forte componente gastronómica, onde actores e espectadores são levados a tomar refeições em conjunto ao longo do espectáculo. Assente em membros amadores e profissionais, trazem-nos peças como "O Nome da rosa", "O Perfume" ou "Rapariga com Brinco de Pérola". Aconselha-se.

quarta-feira, junho 20, 2007


Como resolver este labirinto ?

Por vezes as soluções para os problemas que enfrentamos são encontradas quando menos esperamos. A tomar duche, durante um sonho, quando nos estamos a tentar recordar de algo que nada tem a ver com o nosso problema, entre outras formas.
Se lhe perguntar como resolveria um labirinto, de certo que a primeira forma que lhe viria à cabeça não seria certamente através do programa Photoshop. Pois bem, podem encontrar aqui a forma como Justin Mason resolveu este problema, em segundos, usando este programa de edição de imagem. Uma pitada de pensamento lateral é sempre bem vinda.
Da próxima vez que enfrentar um problema, percorra também os caminhos aparentemente menos óbvios na procura de uma solução.

segunda-feira, junho 11, 2007










este post foi propositadamente deixado em branco

para que páre um minuto e pense em algo

que podia fazer para melhorar a sua vida ...










Inovação trazida pelas multinacionais

Uma entrevista a Ed Steinmueller sobre o impacto das multinacionais nos contextos locais. Uma visão sobre as formas como as empresas multinacionais se instalam e desenvolvem os seus negócios competitivamente. São também apontados os riscos e os principais factores de inovação que se podem retirar da integração destas empresas num contexto local. Uma vez mais se distingue inovação de tecnologia muitas vezes confundidas entre si.

retirado do blog inovação&inclusão

quinta-feira, junho 07, 2007


One Second of Life

Se ainda não conhece o Second Life (SL) não anda atento. Creio que nem a própria empresa Linden Lab ainda consegue prever muito bem que futuro trará o SL para a forma como comunicamos e interagimos na internet. De avatar em avatar o crescimento da sua população é exponencial e as formas para as quais este sistema está a ser utilizado também são diversas. Internet 3D, uma maior e melhor interacção com as entidades virtuais são factores que vão modificar a forma como "navegamos" pela internet.
Imagine que vai realizar uma viagem de lazer, ou simplesmente comprar um peça decorativa para a sua casa. Agora pegue nessas necessidadaes e navegue pelo SL à procura de uma agência de viagens que lhe pode mostrar o seu destino, ou até mesmo a vista que pode ter através da janela no seu local de estadia.
Ah, ... não era bem aquela a cor da peça que mais gostava. Não tem mal, em breves segundos o assistente virtual da loja de decoração pode mudar a cor e já agora, também alguns adereços da peça.
Isto tudo pode-nos parecer algo estranho, mas o que iremos dizer daqui a 5 anos?

terça-feira, maio 22, 2007


Wind Shaped Pavilion - uma casa ao sabor do vento


Uma das preocupações cada vez mais na ordem do dia tem a ver com a questão energética. Existem vários estudos que apontam para o já ultrapassado pico do petróleo, pelo que urge a necessidade de encontrar fontes alternativas e principalmente a procura da eficiência energética.

Mandaram-me recentemente uma mensagem muito interessante. Apresenta uma "casa" que assenta numa platforma giratória a qual pode rodar em função do vento, permitindo uma apresentação e uma vista de dentro sempre diferente - conforme o vento Para além disso este movimento é aproveitado para a geração de energia a ser utilizada pela própria casa. . Claro que existem outras questões a ponderar num projecto desta ambição.

The Wind Shaped Pavilion is a design proposal for a large fabric structure that can be used as a public or private pavilion. As a lightweight fabric structure, the wind slowly and randomly rotates each of the six segments around a central open support frame. This continually alters the shape of the pavilion, while at the same time generating electrical power for its nighttime illumination.
O projecto é de 2006 da autoria de Michael Jantzen que tem desenvolvido vários projectos inovadores. Podemos encontrar no seu portofloio outros projectos baseados na combinação espaço/energia como por exemplo o estudo sobre Wind Shade Roof .
Inovações que vão mudar a sua vida em breve

A IBM (International Business Machines) a gigante multinacional de consultoria e de tecnologia da computação revelou recentemente no seu estudo "IBM Next Five in Five" quais vão ser nos próximos cinco anos e na sua sua perspectiva, as inovações com maior potencial para mudar o estilo e a forma de vida das pessoas bem como os seus hábitos de trabalho.
Com base em tendências sociais e de mercado e atenta às tecnologias emergentes, os laboratórios da IBM definiram 5 inovações que têm potencial para mudar alguns conceitos actuais de forma inovadora:

1. We will be able to access healthcare remotely, from just about anywhere in the world

2. Mobile phones will start to read our minds


3. Real-time speech translation -- once a vision only in sci-fi -- will become the norm


4. There will be a 3-D Internet

5. New technologies the size of a few atoms will address areas of environmental importance

Estas cinco inovações foram seleccionadas com base em projectos desenvolvidos nos laboratórios da IBM, em casos de estudos e em ideias retiradas de um universo de mais de 15000 pessoas de cerca de 104 países durante uma sessão de brainstorming recente - 'IBM InnovationJam.'

quinta-feira, maio 03, 2007


Uma revolução no meio v
irtual

O site chama-se Digg, ja foi alvo de um post aqui neste blog pela ideia original que coloca nos seus objectivos. Desta vez o dia foi de "loucos" como o caracterizou o seu co-fundador Kevin Rose pelas consequências que decorreram de um conjunto de operação de remoção de alguns posts e suspensão de alguns utilizadores.
Tudo começou por causa de um post que descrevia uma chave de encriptação da tecnologia HD-DVD e que sob a justificação de violar direitos de propriedade, foi removido. A questão é que a comunidade Digg não gostou, acima de tudo não gostaram da atitude da equipa Digg e inundaram o próprio Digg com centenas de novos posts com a chave e milhares de comentários obre este tema, enquanto que a equipa tentava repor a normalidade. A tal ponto que às tantas já se discutia mais a decisão da Digg do que propriamente o post original.
Este comentário expõe o estado a que esta questão chegou:

While they can do what they want on their own site, it is more a matter of credibility than anything else right now. The whole revolt isn't even about the HD-DVD key. What has people feeling burnt is the fact that Digg purports to be about free and open user-driven content in a democratic setting, and what we're seeing here is a cabal of admins who are subverting the entire process of the system to suit their own whims.

Now as I said, it's not even about the 128-bit key anymore. And it's not about the DMCA or its merits(or lack thereof). The problem goes much deeper than that, and the encryption key debacle was more of a catalyst for what the more perceptive Diggers knew was going on all along but never really had any proof of. See, it's not just any posts containing the number they're removing. The Digg admins are removing and banning any discussion on the topic, even legitimate discussions on the ramifications of censorship in the user-driven internet era. Quite a few legitimate and thought-provoking discussions got clobbered when the admins got ban-happy today.

They have unwittingly set themselves up as a prime example of what can go wrong when marketing dollars(it is being reported that the HD-DVD guys throw ad dollars at Diggnation) meet the voice of the people. It is now being said that the Digg admins are stepping in and removing "objectionable" content when it conflicts with the will of their advertisers or displays any anti-Digg sentiment. While I'm sure this is good business sense, it's a very ugly way of being outed as a shill and a fraud to your readers. Digg is supposed to be the underdog who fought the status-quo and beat overwhelming odds against "the system". Now people are finding out that Digg has become the system, and they're a bit disillusioned that their hero Mr. Rose is just like any other business man who is out to make a buck. But like I said, the admins of Digg are obviously free to do with their site as they see fit. But Digg is only as good as the people who contribute to it. Kiss them good-bye and you kiss Digg good-bye.

O poder do Digg reside na sua comunidade. Uma forma de protesto que ninguém estava à espera, mas que prova a força e a diferença possíveis de aingir nas comunidades virtuais.

sexta-feira, abril 27, 2007


O funil para a inovação

Quanto custa manter um ritmo constante de inovações, quantas ideias são necessárias gerar, quantas inovações devem ser produzidas por ano?
Questões que não têm uma resposta única, mas cuja resposta se deve procurar encontrar.

Fundamentalemente dependem de três factores:

- Dinheiro disponibilizado pela empresa
- Capacidade dos recursos humanos
- Capacidade absorção de novas ideias

No podcast Killer Innovations que ouço regularmente Phil Mckinney tenta concretizar as respostas para estas perguntas. Segundo ele existe um funil para a inovação. Basicamente de um conjunto de ideias plausíveis apenas algumas podem tem possibilidade de passar pelo funil para serem utlizadas num produto comercial.
Partindo de um produto/serviço inovador lançado por ano, o que deve ser feito por empresa para atingir este objectivo?
1º A ideia geradora da inovação deve partir da análise de um conjunto de 11 ideias candidatas devidamente estudadas e que podem claramente ser utilizadas.
2º Cada uma das 11 ideias anteriores deve ser o resultado da análise de 110 conceitos, explorados por equipas multidisciplinares.
Mas mais importante do que fazer esta aritmética para encontrar o número mágico que nos leva à inovação e pensar também na sua sustentabilidade, ou seja, manter o funil continuamente cheio.
O inovador de ocasião é aquele que brilha, mas apenas uma vez. Talvez até seja o mais valorizado. Mas o genial é aquele que, após sucessivos fracassos, finalmente encontra a sua ideia.





quarta-feira, abril 04, 2007

Cenas de um "presente" inovador

from Cenamps

terça-feira, abril 03, 2007


Projecto "Open Source Car"


Fazer saltar os principios do "open source" da caixa do intangível e d
o virtual para produtos e elementos físicos. Foi apresentado recentemente no AutoRAI em Amesterdão o primeiro protótipo de carro Open-Source denominado por C,mm,n.
Não, o carro não é gratuito.
O que é gratuito é a sua concepção. Todos os desenhos, estudos e especificações técnicas desenvolvidos por uma comunidade ao longo dos últimos 8 anos estão disponíves para consulta livre, dando ao utilizador uma maior flexibilidade para adaptar o carro aos seus anseios, anseios estes que deverão ser por sua vez também partilhados.
O objectivo do C,mm,n é ser um carro simplesmas sólido, multifuncional, amigo do ambiente, de fácil manutenção, modular e verdadeiramente internacional. Bom, demasidos objectivos para se atingir simultaneamente.

Conceived by the Netherlands Society for Nature and the Environment (or "Stichting Natuur en Milieu") and technical universities of Delft, Eindhoven and Enschede, the c,mm,n was designed for more sustainable driving with a zero-emission hydrogen engine. More unique, though, is the fact that the designers are using an open-source model to improve upon their work: according to Core77, "The vehicle's technical drawings and blueprints are freely available online, and everyone is invited to add their own ideas and modifications, provided of course that these are shared again with the community."

O interessante no meio disto tudo é a abertura do conceito de open source para além do software, de onde é originário. A possibilidade de se recriar os produtos e serviços é evidente, o desejo por adquirir bens únicos e pessoais é crescente, mas as respostas ainda são escassas. Vamos mudar ...