- Compreende 3 componentes, um sensor acoplado ao cabo de alimentação no quadro eléctrico, um transmissor e um mostrador (na fotografia)
- Com base num histórico de consumo que vai sendo registado ao longo deo tempo(possível de monitorizar no computador) o mostrador vai sinalizando a consumo no momento com cores e leituras.
- Sincronizando a informação para um computador através de um programa, permite auxiliar nas análises de consumo.
- precisa de 7W para funcionar :)
domingo, setembro 28, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
A revista Wired tenta efectuar o mesmo, mas atribuindo um grau de importância através de um processo aberto de votação. Mas atenção comparar um iPod com a descoberta da Álgebra tem que se lhe diga!

E para a exercitar recomendo:
Tikatok - desenhas os teus bonecos de criança, depois carrega-los aqui neste site e faz com eles uma história para contares.
Doozla -uma aplicação de desenho feita para crianças. Simples..., escolhes o pincel e podes pintar o coelhinho, o avião, ou mesmo sobre uma fotografia do teu pai. :)
segunda-feira, junho 23, 2008

Basicamente mantenha-se atento à sua vida, ao seu dia a dia. Arranje disponibilidade mental para pensar sistematicamente se está a seguir o caminho que quer. Na fique dependente do "ir na corrente" só porque pode ser mais confortável. Calma e paciência é imperativo.
Nenhum destes conselhos funciona se não estivermos dispostos a segui-los. Vivemos num mundo cada vez mais organizado, e por esse motivo, existem cada vez mais regras com as quais temos de lidar (por ex. ver um determinado espectáculo pressupõe naturalmente fazer uma reserva prévia, caso contrário podemos não ter bilhete no próprio dia) e das quais somos mais dependentes. Temos de aprender a lidar com elas da melhor forma. Hoje em dia quando falta a electricidade sentimos como que uma sensação de vazio, de impotência .... do género "E agora o que é que eu faço?". Em "breve" quando tivermos uma falha de "networking" em casa vamos ter uma sensação algo semelhante!

Espaço Luso-Espanhol
Este congresso é organizado em conjunto pela APGICO, ASOCREA e pelo GAIM, vai decorrer em Outubro e tem como objectivos:
- Partilhar trabalhos de investigação e experiências nos diferentes campos de estudo da Criatividade e da Inovação;
- Repensar fórmulas de colaboração entre o espaço Iberoamericano e a Europa, que promovam uma cultura de solidariedade e respeito pela diversidade;
- Estabelecer pontes entre as várias áreas da criatividade e a sua transformação em inovação nas organizações do mundo empresarial.
sexta-feira, maio 23, 2008
People have used dark-lined writing paper since medieval times and over the years, a lot of bleach has been used to provide a contrasting white background. Swedish Whitelines, on the other hand, makes carbon-neutral writing paper that uses white lines against a light grey background.
Traditional dark-lined paper not only depends on the use of bleach for a contrasting background, it also can conflict with lines and letters drawn or written on its surface. Dark lines show up on photocopies too, often making for muddy, difficult-to-view copies. Stockholm designer Olof Hansson came up with the idea of Whitelines as a way to eliminate those problems. With a focus on the environmental consequences of its operations, the company tracks and labels its own carbon footprint in collaboration with NEWA, the North Environment & Weather Agency. Through a partnership with paper producer Stora Enso forged just last month, meanwhile, it uses a carbon dioxide-neutral paper as a base for its products. Whitelines now offers pads of its patented paper with a variety of bindings, including spiral, glue and saddle stitch, through select retailers in Canada, Germany, Norway, Spain, Sweden and the UK.
Whitelines was named Innovator of the Year by ALMI Stockholm last year, and in January it was nominated in the New Product Innovation and Emerging Vendor categories at the European Office Products Awards in Frankfurt. With its paradigm-busting appearance, Whitelines' eco-iconic qualities are sure to appeal to the rapidly growing eco-minded masses. Remember: it's not enough to be green; you have to help consumers show the world that they are, too. Think green, think different, think iconic!
quarta-feira, abril 09, 2008

domingo, janeiro 20, 2008
sábado, janeiro 12, 2008
Dizem muitas vezes que o tempo é o melhor remédio para curar determinadas maleitas. Na saúde isso é mesmo assim, só o tempo consegue curar algumas feridas. Mas saber esperar pode também revelar-se uma oportunidade. Há momentos inoportunos para tudo, seja na vida, seja nos negócios é necessário encontrar o equilibrio e o ponto no tempo mais adequado ao nossos objectivos. Por vezes, quanto mais importante o motivo pelo qual necessitamos de esperar, mais demorada parece a espera. Colocamos alertas, "contdowns", algo que nos vá lembrando que está quase a chegar o momento. A ansiedade por este momento pode não ser muito saudável. Porque não irmos pensando naquilo que roda à volta do tão esperado momento. Por ex. tenho uma apresentação importante daqui a quinze dias. Para além da necessária preparação, podemos também aproveitar o tempo de espera para investigar sobre a nossa audiência, o espaço onde se vai realizar a apresentação, aprofundar alguns temas mais relacionados com o assunto principal, etc. A ideia básica consiste em despertar-mos para outros assuntos ou actividades que se relacionem com o motivo do nosso compasso de espera. Ou talvez não. Quem sabe,o melhor por vezes é desligar o botão e pensarmos em algo completamente diferente, só assim podemos quebrar vícios de pensamento e raciocínio, muitas vezes obstáculos às novas ideias.
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Olá Humberto,
Encontrei um site engraçado e resolvi partilhar contigo, porque acho que tem alguns aspectos que poderás achar interessantes:
http://www.walkscore.com
A ideia do site é calcular um "walk score" de uma determinada morada.
Este "score" é calculado em função das lojas, restaurantes, parques, etc. que se encontram na vizinhança a uma distância razoável para ser feita a pé.
Defendem os autores que quanto mais "caminhável" for um bairro, melhor a qualidade de vida de quem habita nele e consequentemente mais valiosas são as habitações nesses bairros.
São várias as vantagens apontadas: caminhar é bom para a saúde, não polui, contactamos mais com os vizinhos aumentando o nosso "capital social", incentiva o comércio local, etc.
Infelizmente, parece-me que em Portugal não é possível calcular este score, pois não há registos das lojas existentes.
Experimentei "av republica, lisboa" e não apareceu nada.
Mas se colocar "ramblas, barcelona", já aparecem várias lojas referenciadas.
Não percebi se são os comerciantes que referenciam no google as suas lojas ou se este utiliza alguma fonte...
Apesar de para Portugal não ter conseguido calcular nenhum score por falta de lojas referenciadas, achei muito interessante as vantagens apresentadas de um bairro caminhável e o que é que o define.
Leio estes artigos e depois olho para o planeamento de território que se faz em Portugal e só me apetece imigrar :-(
Abraço.
Filipe Henriques
segunda-feira, dezembro 03, 2007
domingo, dezembro 02, 2007
Uma curiosidade apaixonada, referia Enstein quando lhe perguntavam o que o distinguia das outras pessoas. A curiosidade e o interesse são normalmente características importantes para o processo de descoberta, porque conduzem a uma procura incessante e garantem a força necessária para se ultrapassarem os diversos obstáculos e dificuldades inerentes a este processo.
Sempre que surge uma ideia, tipicamente ela passa por vários estágios de validação até, eventualmente, dar origem a um produto/serviço, ou simplesmente a uma melhoria incremental. Confrontados com estes obstáculos, devemos :
1- Questionar a razão dos mesmos.
2- Assumindo que os mesmos podem fazer sentido, quais as formas de os contornar.
3-Desperte a curiosidade pela sua ideia, ganhará assim mais força.
Ser curioso implica questionar, tanto a nós próprios, como a terceiros, mas o essencial é que deverá ser feito sem qualquer forma de compromisso. Muita vezes, existe receio de colocar perguntas, o que mais cedo ou mais tarde pode revelar-se um problema, na medida em que se está o omitir a possibilidade de explorar novas perpectivas, que poderiam trazer algo de novo.
Quando, como e porquê?
domingo, novembro 25, 2007

Se paramos para comer, porque não parar para pensar?
Na inovação, o pensamento deve ser estruturado de forma a que os resultados sejam tanto os previsíveis como os imprevisíveis.
Algumas linhas de para o (re)pensamento inovador:
1. caracterizar o produto/processo em questão através das seguintes questões:
a) Em que período do ciclo de vida o produto/processo se encontra?
b) Como é que este produto/processo era hà 50 anos atrás? Como será daqui a 50 anos?
2. Em que é que os nossos clientes pensam quando adquirem o nosso processo/produto?
3. Como podemos gerar complementaridade no nosso produto/serviço?
Desprenda o seu pensamento das respostas lógicas, procure colocar-se nas várias perpectivas de análise (produtor, consumidor, parceiro, etc), use analogias (o que tem de comum um clip e um post-it?) e seja curioso (onde, quando e porquê?)
Agora que já efectuou o exercicio vamos organizar as respostas classificando-as com um "grau de capacidade de implementação por parte da empresa" e "tempo até disponiblização no mercado". As métricas podem naturalemnte ser outras, o objectivo principal é estruturar as questões de forma a encontrar as questões mais relevantes.
quinta-feira, novembro 01, 2007

(3-4/12) a vida torna-se pesada ... e parece que nos vai cair em cima
Falávamos de equilíbrio no último post. Como manter um determinado desiquilibrio para que a nossa vida, tenha mais sabor e conteúdo. A verdade é que nem sempre é fácil e por vez podemos mesmo "cair". Cair em desespero, cair numa cilada, cair num erro. O lado bom da questão é que estes acontecimentos são um oportunidade única para se aprender. Aprender com o erro requer alguma frieza no pensamento e na lógica de raciocínio. A cultura do erro não é muito bem vista em Portugal. Existe um medo geral em errar, e uma política de culpabilização de quem erra, o que gera dificuldades para a introdução de novas ideias e soluções, ficando-se apenas por opções mais conservadoras.
Não pode existir inovação, se não houver esta cultura do erro. A rotina domina os hábitos e quando damos por nós, praticamente não avançámos.
Quando se pensa um novo serviço ou um novo produto deve-se ter à partida consciência que até este chegar ao mercado com sucesso, várias mutações e vários erros vão ser consumidos. A vida torna-se dificil para as empresas que não querem mudar, porque simplesmente estão bem.
- Agora que chegou daquela reunião crítica, onde ia "explodir a bomba", escreva num papel as cinco principais causas do problema discutido. Depois elabore que acções deviam ter sido tomadas para que as causas fossem minimizadas.
- Pense e escreva a solução mais "louca" que utilizaria para resolver o seu último problema. Ah, claro que para isso precisa de escutar aquela música que lhe permite dar o click. :)
- Pensamentos negativos trazem coisas negativas, pensamenos positivos trazem coisas positivas.
- Muitas vezes ficamos bloqueados a uma ideia. Acontece normalmente quando estamos confrontados perante um aparente problema. O melhor a fazer nestas situações, é largar este peso, e fazer algo completamente diferente. Retome posteriormente a questão e verá que novas ideias surgirão.
sábado, outubro 27, 2007

(2/12) se não tivermos equilibrio ...
Andar é a provocação de um desiquilíbrio controlado. Contudo, andar é tão natural que jamais pensamos no próprio acto de andar. Pensamos sim, é na forma como devemos andar perante as situações em que nos encontramos. Por ex. se não quisermos acordar ninguém por casa, temos de caminhar devagarinho e silenciosamente. Ou por ex. se vamos dar um passeio na montanha temos de caminhar com mais atenção aos sítios onde vamos colocando os pés. Ou ainda, se sómente quisermos ter um andar peculiar, basta tirar umas ideias de "silly walk" dos Monty Python.
Mas a necssidade de equilibrio está presente em muitas outras situações da nossa vida. Seja na familia, no trabalho ou no lazer, quase sempre vemo-nos confrontados com decisões a tomar perante as quais temos de estabelecer um equilibrio de interesses. As dificuldades estão muitas vezes neste ponto, conseguir que ambas as partes fiquem satisfeitas.
Acredito no entanto que é necessária sempre uma dose de desiquilibrio para que haja desenvolvimento.
- Agora que atingiu aquele objectivo no trabalho e está satisfeito com ele, apresente-o a alguém na empresa e pergunte algo do género: "Diz-me, o que tem de errado isto que te mostrei?"
- Hoje o meu almoço vão ser duas barrinhas substitutas de refeição, enquanto isso leio um bocadinho do meu livro, e no final, vou tomar um cafézinho numa esplanada próxima, isto claro se estiver sol.
- Explore os seus limites. Por exemplo a sua capacidade de ouvir. Na próxima reunião a sua principal abordagem vai ser ouvir muito. Ouça, anote os seus pensamentos, mas não perca nem um som que seja. Quando ninguém estiver a falar, aproveite para ouvir o som dos cadernos, das canetas, o ambiente que se vive fora da sala, o respirar. Explore.
- Quando estiver cansado ... descanse. Mesmo que não tenha tempo para isso.
domingo, setembro 23, 2007

História da Vida (1/12 - A nossa vida é um percurso...)
Uma grande parte dos posts que aqui vou colocar nos próximos tempos, vão seguir a "História de Vida" , uma colecção de 12 composições da autoria da "Arte da Terra".
A nossa vida é constituída de etapas, com as quais temos de saber lidar, tanto para melhor as aproveitarmos como também para ultrapassarmos os seus obstáculos. E nada melhor para isso do que inovar na forma como olhamos para cada uma delas.
Não interessa se o que aqui vou dizer e questionar faz muito sentido. O principal objectivo vai consistir em despertar pensamentos, ideias, histórias, o que seja, que nos passam servir de forma útil, para encontrar respostas a outras questões. Para isso nada melhor que colocar ... questões.
- De manhã, depois de ser levantar, tomar o pequeno almoço, e sair para o trabalho ... lembra-se que hoje tem de ir por um caminho diferente, ou de uma forma diferente.
- Já pensou, face às marcas que tem deixado no seu percurso passado, quanto está bem preparado para não seguir sempre em frente, convencido?
- Acredita no destino? Um percurso já pré-determinado?
-Qual é a sua principal força que o faz decidir por derminado caminho? A razão ou a emoção?
- Não hesite. Volte atrás. O percurso tomado estava errado, mas não se esqueça que até perceber isso aprendeu imenso.

powered by Gym
Nas minhas últimas idas ao ginásio, especialmente nas aulas de "cycling", apesar do natural cansaço de pedalar ao ritmo da música, ainda tenho tido forças para pensar no seguinte:
- Minha nossa, tanta energia desperdiçada!
Sinto que o esforço desta gente toda a pedalar e a saltar não está a ser devidamente aproveitado.
Mas como se poderia aproveitar toda esta energia física que acaba sendo gasta aos pedais de uma bicicleta que, apesar de rolar (e de que maneira) não sai do mesmo sítio?
Imaginei por exemplo, geração de energia. Era tão fácil adaptar geradores de energia a estas bicicletas.
Claro que é só uma ideia, para a qual já existem produtos. Aliás, depois até se podiam especificar serviços diferenciados. Por ex. basear a mensalidade com base no racio de geração de energia Kcal/Watt. :). Aposto que a motivação para o exercicio era bem maior.
Os nomes dados ao exercicios "power mix" "cycling power" entre outros, iam ver finalmente a sua verdadeira razão de existência.
Bom, deixa-me lá ir para mais umas pedaladas!
domingo, setembro 02, 2007

O Social Networking está cada vez mais presente na internet. A CrowdSpirit é uma iniciativa de croudsourcing dedicada a produtos electrónicos. Estas iniciativas assentam na participação massiva potencial de toda a comunidade na internet para o desenvolvimento de novos produtos ou serviços
O ciclo de desenvolvimento na crowdspirit consiste em :
Step 1
The community sends ideas, fine tunes them & votes for the best one.
Step 2
The best ideas and their product specifications are jointly defined with Partners. Community Investors start financing the product development.
Step 3
The first prototype is tested and fine-tuned by the community.
Step 4
Customers purchase products thanks to the CrowdSpirit Supply chain. The community ensures the product support and recommends products to retailers.
O âmbito dos produtos é variado (mp3, radar, gps, multimedia, fotografia) o preço deverá rondar os 200€, e a participação de cada pessoa pode assumir diversos papéis. A contribuição poderá ser dada como um "inventor", um "contributor", um "invester", um "embassor" entre outros perfis, dependendo naturalmente dos objectivos de cada um.
O interesssante destas iniciativas reside no potencial que têm para :
1. explorar ideias, dado o universo e variedade de participantes
2. Ir ao encontro das reais necessidades dos consumidores
3. cruzar as soluções encontradas pelos vários tipos de produtos.
Buy a sheep.
quarta-feira, agosto 01, 2007

Filosofia Slow-food
Para combater a cultura do fast-food e de uma vida condicionada pelo stress. O prazer de comer e de beber é algo que se tem vindo a perder com os hábitos actuais. A diversidade e a cultura gastronómica local de cada região tem vindo a ser substituída por uma oferta limitada, de baixa qualidade e, talvez, pouco saudável. Abram-se restaurantes demarcadamente "Slow-food"
We believe that everyone has a fundamental right to pleasure and consequently the responsibility to protect the heritage of food, tradition and culture that make this pleasure possible. Our movement is founded upon this concept of eco-gastronomy – a recognition of the strong connections between plate and planet.
Slow Food is good, clean and fair food. We believe that the food we eat should taste good; that it should be produced in a clean way that does not harm the environment, animal welfare or our health; and that food producers should receive fair compensation for their work.
We consider ourselves co-producers, not consumers, because by being informed about how our food is produced and actively supporting those who produce it, we become a part of and a partner in the production process.







